|
É possível
fazer com que as imagens da viagem sejam parecidas com as lembranças que
queremos ter? O decolar.com tem uma lista de conselhos para ajudá-lo na
hora do clique.
Por: Andrés Pérez Moreno
Conselhos
para não se enrolar 
As
máquinas de raio X dos aeroportos afetam os filmes fotográficos?
Quem entende do assunto diz que sim, mas apenas os filmes de alta sensibilidade
são afetados.
Os filmes - expostos ou não - de ASA 800, 1.600 ou
mais são afetados. Para evitar problemas, basta pedir ao funcionário
do aeroporto que verifique manualmente o conteúdo. Em geral, dá
certo.
Já durante a viagem é bom evitar a exposição
dos filmes à luz solar direta e cuidar que a bobina não
amasse. Também devem ser mantidos nos lugares mais frescos possíveis.
Se a lingüeta do filme ficar de fora depois que a máquina
o rebobinou, identifique-o como usado ou guarde o pedaço excedente
dentro do carretel, para que ele não seja reutilizado por engano.
Viagens
na natureza 
Para
programas de ecoturismo e passeios que envolvam áreas verdes, recomendam-se
filmes de baixa sensibilidade, suficiente para o excesso de luz que há
quando o tempo está fechado. A escolha deve estar entre ASA 50, 100 e 200.
Se seu roteiro
for urbano, em lugares onde os raios do sol dificilmente chegam à superfície
depois do meio-dia, é conveniente que essa faixa se situe entre ASA 200
e 400.
Esta
última permite fotografias com menos luz.
Uma dica:
quanto mais baixa for a sensibilidade do filme, maior será sua qualidade,
sempre em relação direta com a definição da foto.
Slide
ou papel? Eis a questão 
Sem
dúvida, os slides projetados em grandes telas ajudam a reviver a viagem
com muito mais realismo. No entanto, a qualidade das cópias feitas a partir
de um slide são sempre de qualidade duvidosa.
A solução,
neste caso, é buscar empresas que trabalhem com métodos
modernos de cópia que superam este limite, como os sistemas R3
e CIBA e as impressões a partir de registros digitais.
Os filmes para
slides têm a mesma gama de sensibilidade das películas próprias
para ampliação em papel fotográfico.
Quando o sol esquenta 
A
alta radiação solar provoca uma elevação na
temperatura de cores da luz do ambiente, que se traduz em um tom azulado
que tinge toda a foto.
Existem acessórios desenhados para evitar essa "contaminação"
da imagem.
Por isso
se recomenda, sobretudo nos destinos de montanha ou em zonas de alta radiação,
utilizar filtros UV ou Skylight, que fazem uma verdadeira peneira nestes
raios nocivos, que o olho humano não percebe mas as máquinas
registram.
Regiões altas, como a Patagônia, justificam
a utilização de um filtro âmbar diante da lente.
Em geral, as câmaras automáticas simples não
admitem filtros adicionais, mas as câmaras de visor direto, sim.
Só é preciso conferir o diâmetro da circunferência
do extremo da lente, expressado em milímetros.
|